Segundo o delegado André Gossaim, da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), a vítima foi avistada pela quadrilha na Avenida Litorânea. "Eles tomaram de assalto o carro do empresário e o sequestraram. Depois, ele foi obrigado pelos bandidos a sacar dinheiro", declarou. Indagado sobre a motivação do latrocínio [roubo seguido de morte], um dos suspeitos afirmou que o empresário reconheceu um dos integrantes do bando, e eles decidiram matá-lo para que o crime não fosse descoberto.
Um dos suspeitos, que seria adolescente, foi identificado apenas como Renan confessou a autoria do crime. De acordo com a Seic, Renan já teria sete passagens pela polícia. O terceiro suspeito, identificado como Givanilson, foi morto durante troca de tiros com os policiais. A polícia continua investigando a participação de mais pessoas no assassinato.
Entenda o caso
Daniel Smith foi visto pela última vez na quarta-feira (4), ao sair de sua residência, no bairro do Calhau. A família do paisagista deu conta de seu sumiço depois que a polícia encontrou o carro dele abandonado no Araçagi. John Smith, irmão de Daniel, garantiu que a vítima não tinha inimizades. “Meu irmão não tinha inimizades, não se dava com maus elementos (...) Meu irmão não se dava com pessoas que eu não soubesse quem elas eram”, afirmou.
Daniel Smith foi visto pela última vez na quarta-feira (4), ao sair de sua residência, no bairro do Calhau. A família do paisagista deu conta de seu sumiço depois que a polícia encontrou o carro dele abandonado no Araçagi. John Smith, irmão de Daniel, garantiu que a vítima não tinha inimizades. “Meu irmão não tinha inimizades, não se dava com maus elementos (...) Meu irmão não se dava com pessoas que eu não soubesse quem elas eram”, afirmou.
A operação para prender todos os envolvidos na morte do paisagista Daniel Prado Smith ainda está em andamento, já que mais duas pessoas estão sendo procuradas pela polícia.
G1 MA
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